Diário de bordo - Entrada #7
Olá, meus queridos leitores. Eu decidi por começar agora a escrever as entradas e numerá-las, até por que eu fiquei sem uma idéia de título, mas o conteúdo isso não vai deixar de faltar pra vocês. Hoje eu vou falar sobre uma experiência recente, a de criar e manter um grupo.
No começo pensei em um grupo onde todos pudessem conversar bem, trocar bastante ideia e no começo foi uma tremenda luta. Parecia cena de faroeste, poucos se atreviam a chegar num bate papo ou assunto que rendesse bastante, porém foi com a chegada de um rapaz que tudo se ajustou. O grupo ficou mais interessante até certo ponto. Eu, que já fazia tempo que não tinha contato com pessoas fora do meu convívio municipal kkkk, enfim fui pegando essa viagem. E percebi algo meio pesado e por pouco não me machuquei no processo.
Percebi que certos interesses existem, desde que você atenda expectativas altas ou se elas existem e você não atende um padrão "básico", qualquer coisa que falar só falam por educação, mas te deixam no vacuo na primeira oportunidade. E isso não aconteceu um, mas várias vezes comigo. Quando eu tentava lançar assunto e deixar prosseguir, eu era infeliz na parada. E o detalhe é quando marcam uma mensagem sua com "eu ia falar uma coisa aqui, mas vou deixar pra lá", isso é um alerta de que você está incomodando, mesmo.que tenha sido um "oi".
E então percebi que quantidade não significa qualidade, no sentido de ampliar o seu escopo de contatos. A única coisa que alguns aceitam é a nostalgia, mas fora isso é como se uma saudação amigável se tornasse uma grande ofensa a eles. Além disso,.alguns chegam com uma informação e no fim mostram que não é bem assim, quebrando mais expectativas do que o esperado.
Pra não ficar no "preju" decidi deixá-los sem deixá-los, só arquivei e tranquei tudo. Eu não sabia, mas a gente pode deixar de receber mensagens e apagar tudo, tudo mesmo, é tipo uma limpeza de grupo sem fazer toda aquela burocracia de app pra liberar memória (embora eu tenha que buscar a pasta depois pra fazer o processo manual). E como o tempo é rei e analgésico pra situações do tipo, eu só tô aplicando aquilo que os meus 33 anos de vida me ensinaram.
Ainda continuo o processo de ajeitar o corpo, a mente, a busca pelo amor, tudo que define um ser humano hahaha. E sim, busco de verdade pelo florescer gentil e completo do meu jardim.
Nada mais a declarar.
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